Área de Descanso da Cabeça Gorda - Trutas
Pedestre Linear Fácil 5,8 Km 1h50m (pedestre) 40m (BTT * Muito Difícil)A beleza da paisagem, bem como a fauna e a flora local, irão ajudar a esquecer o cansaço provocado pela subida final.
A água é uma das marcas deste território. Rios, ribeiras, albufeiras e barragens, espelhos de água soalheiros a beijar os pés de uma Aldeia. E pelo meio, rápidos, adrenalina e acesso a uma perspectiva da paisagem que só se vê estando numa canoa.

ADXTUR-Bruno Ramos
Adrenalina, como na imagem, ou passeio? A escolha é sua...
Os rios e ribeiras deixam uma marca indelével na geografia do território das Aldeias do Xisto. Dividindo, unindo, providenciando sustento e força de moagem, assumindo-se como zona de encontro e de cruzamento de vidas entre margens, as pessoas aprenderam a conviver com eles, a acompanhar-lhe os ritmos e a conhecer-lhe os modos.
Os cursos de água são marcas deste território, geográfica e culturalmente falando. Mas são igualmente uma fonte de lazer, seja no usufruto das suas margens para banhos, na beleza das suas paisagens e, claro, é um manancial para os amantes da canoagem.
De todo o país vêm canoístas para experimentar a versatilidade das linhas de água deste território e descobrir de forma única as paisagens e a cultura das Aldeias do Xisto.
A canoagem é uma das melhores maneiras de descobrir um rio e assim ter uma perspectiva única das suas paisagens. Mas é também de água que se trata, água em movimento sobre um leito rochoso, por entre margens que ora estreitam ora alargam e galgam açudes com uma onda poderosa. A água acelera e empina-se neste troço para se espraiar calmamente na curva seguinte. É esta combinação perfeita de passeio com alguma dose de aventura que faz dos cursos de água das Aldeias do Xisto o local ideal para vários tipos de atividades ligadas à canoagem.
A beleza da paisagem, bem como a fauna e a flora local, irão ajudar a esquecer o cansaço provocado pela subida final.
A barca do Zêzere era o meio de transporte que antigamente estabelecia a única ligação entre as duas margens.
Alvenaria de pedra de xisto densamente pontilhada por seixos rolados provenientes do leito do rio.
Este trilho segue em terreno plano na direção da garganta quartzítica que o Zêzere esculpiu.
Neste troço, a GRZ nunca se afasta do rio Zêzere, aqui transformado em albufeira por ação da Barragem da Bouçã.
Na linha do horizonte fica uma das mais belas paisagens de toda a GRZ, com os meandros do Zêzere em pano de fundo, que são classificados como geosítio pela UNESCO.
A pé é possível apreciar a flora existente e avistar a variadíssima avifauna característica da região
Aproveite para observar lá ao fundo o rio serpenteando por entre os montes e também a aldeia do Açor.
Sob a influência da Serra do Muradal, nesta região destaca-se a Garganta do Zêzere, um dos geomonumentos do Geopark Naturtejo classificados pela UNESCO.
Calcula-se que a existência da Aldeia do Mato seja anterior ao séc. XIII. Nessa altura teria o nome de Aldeia da Mata, pois era terra rica em lenha. Pertenceu ao Priorado do Crato.
Estendendo-se ao longo de uma crista sobranceira ao rio Zêzere, Álvaro parece o centro de gravidade de uma paisagem que nos atrai desde o primeiro instante.
Uma percurso que termina num magnífico miradouro.