Aldeias
São 27 as Aldeias do Xisto distribuídas pela Região Centro, num território de enorme beleza que oferece experiências únicas.

ADXTUR-Danilo Pavone
Nas Aldeias do Xisto há sempre algo para descobrir (Gondramaz, em Miranda do Corvo)
A Rede das Aldeias do Xisto integra 27 aldeias de 16 concelhos que se situam no centro de Portugal, no território que se situa entre Castelo Branco e Coimbra. É um território essencialmente constituído por montanhas de xisto, circundado e atravessado por uma boa rede rodoviária.
Mas dizer só isto é muito pouco. As montanhas oferecem pedras que fazem parte da identidade do território. Com as pedras se fez a sua história, mas com elas se fez um projeto de futuro. Aldeias que estavam em ruína, a desaparecer, originaram um destino turístico premiado. É algo único e notável, por ter surgido num dos territórios mais desfavorecidos do interior do país.
As pessoas dão-nos afetos. A matéria prima do bom acolhimento. Com simpatia. Com conforto. Com bom gosto. Com sabores. Com um desafio. Descobrir as Aldeias do Xisto é dar e receber uma palavra de cumprimento dos seus habitantes. Se der mais umas quantas de conversa, receberá em troca uma história de vida.
É um destino com alma.
Vá estar no Centro de Portugal. Num mar de montanhas. com montanhas de água. As águas correm límpidas e a rede de praias fluviais compete com as praias do litoral. E oferece muitos quilómetros de percursos, pedestres e BTT, para a descoberta e a aventura.
Aqui, onde em tempos a natureza escondeu algumas das suas relíquias, que agora ressurgem em vários recantos.
Aigra Nova
Aqui a simpatia é tão contagiante como é serena a paisagem. Deixe-se envolver pelo projeto do Ecomuseu das Tradições do Xisto e visite os seus diversos núcleos.
Álvaro
Esta aldeia, que pertenceu outrora à Ordem de Malta, esconde um notável património religioso que vale a pena descobrir.
Barroca
Na Barroca continua a respirar-se um ambiente rural, pautado pelos seus ciclos agrícolas. É aqui a sede da Rede e das Lojas das Aldeias do Xisto.
Benfeita
A torre sineira desta "aldeia branca" celebra o fim da II Guerra Mundial com 1620 badaladas todos os dias 7 de maio.
Candal
Mais do que um ponto de apoio, é um reconfortante porto de abrigo para quem sobe ou desce a serra.
Casal Novo
Mergulhada numa densa mancha florestal desliza encosta abaixo. Deslize também até à eira e aprecie a vista sobre a Lousã e o seu castelo.
Cerdeira
Percorrer a aldeia é um exercício físico e sensorial. A cada passo há um recanto, um beco, um elemento que não se sabe se ali foi colocado pelo Homem ou pela Natureza. Não há dissonâncias. Há o som da tranquilidade.
Chiqueiro
Apenas as campainhas dos rebanhos parecem contrariar a sensação de que aqui o tempo parou há muito.
Comareira
Se queremos olhar, serenamente, o mundo de um ângulo diferente, basta sentarmo-nos no banco à entrada da aldeia.
Fajão
Fajão convive com as escarpas quartzíticas dos Penedos de Fajão e com o Rio Ceira. E um certo Monsenhor imortalizou-o em contos e xilogravuras.
Ferraria de São João
Entrar nesta aldeia é descobrir um futuro em constante movimento.
Figueira
Aldeia com um enorme charme rural. O seu núcleo central esconde no seu emaranhado de ruelas o forno comunitário, o ex-libris da aldeia.
Gondramaz
Onde a arte se exibe em pedras gravadas ou esculpidas nas fachadas das casas.
Janeiro de Baixo
Rodeada por um conjunto harmonioso de serras, penedos e vales, albufeiras, rios e ribeiras que apetece explorar.
Janeiro de Cima
À beira do Zêzere grita-se “Ó da barca!” para fazer a travessia do rio. Em Janeiro de Cima era assim que antigamente se uniam as gentes e o comércio das duas margens e hoje é ainda possível fazê-lo num passeio rio acima.
Martim Branco
Esta é uma aldeia que se esqueceu do tempo. Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis.
Mosteiro
A aldeia situa-se no fundo de um vale, como que numa procura constante pela água, que noutros tempos assegurava a subsistência. Hoje é sinónimo de lazer.
Pedrógão Pequeno
Uma aldeia branca, em granito, no mar de xisto castanho que a envolve. Ao lado do Zêzere, no centro da Rede das Aldeias do Xisto, com tudo à mão.
Pena
Abrigada junto aos Penedos de Góis, a Pena parece desafiar a imponência do escarpado que se eleva na outra margem.
Sarzedas
Sarzedas é a única Aldeia do Xisto que teve um título nobiliárquico atribuído. Atualmente, a torre sineira serve de miradouro para a aldeia e para a charneca que a envolve.
Sobral de São Miguel
Os seus habitantes consideram que a aldeia é o "Coração do Xisto". A sua relação com o xisto é por demais evidente. Mas não só da pedra se construiu esta povoação. Vale a pena descobrir os pequenos tesouros que Sobral de São Miguel esconde.
Talasnal
Descobrir esta aldeia representa mergulhar no mundo mágico da Serra da Lousã e embrenhar-se numa vegetação luxuriante por onde espreitam veados, corços, javalis e muitas outras espécies.
Vila Cova de Alva
Uma rua onde parte significativa das portas e janelas apresentam nas suas molduras elementos manuelinos, transporta-nos ao até à arquitectura do séc. XVI.







