ADXTUR-Danilo Pavone Janeiro de Cima e o Zêzere
A aldeia situa-se na margem esquerda do Rio Zêzere.
À beira do Zêzere grita-se “Ó da barca!” para fazer a travessia do rio. Em Janeiro de Cima era assim que antigamente se uniam as gentes e o comércio das duas margens e hoje é ainda possível fazê-lo num passeio rio acima.

ADXTUR-Rui Rebelo
Jogo da malha em Janeiro de Cima
Janeiro de Cima encontra-se na margem esquerda do Zêzere, numa zona quase plana, rodeada por uma extensa manta de terrenos agrícolas.
No núcleo antigo da aldeia, caminha-se sem pressas pelo emaranhado de ruas sinuosas em que as casas se encostam umas às outras revelando as suas características fachadas em xisto, ponteadas por seixos redondos e brancos.
É por aqui que se escondem segredos como a Casa das Tecedeiras, que reinventam tradições e nos fazem viajar no tempo. Ou ainda onde se desenvolvem projetos que prometem recuperar tradições antigas e memórias ancestrais.
ADXTUR-Danilo Pavone A aldeia situa-se na margem esquerda do Rio Zêzere.
ADXTUR-Danilo Pavone As curvas do Zêzere são um dos geomonumentos que integram o Geopark Naturtejo.
ADXTUR-Danilo Pavone Janeiro de Cima é uma aldeia com uma forte tradição na tecelagem do linho.
ADXTUR-Miguel Geraldes A aldeia ainda preserva muitas das sua práticas agrícolas.
ADXTUR-Miguel Geraldes O Parque Fluvial, com o seu açude, é um dos locais mais aprazíveis da aldeia.
ADXTUR-Miguel Geraldes A arquitetura de Janeiro de Cima é marcada pelas paredes pontilhadas de seixos rolados retirados ao rio.
ADXTUR-Miguel Geraldes O tear de rua, junto à Casa das Tecdeiras, marca a paisagem urbana da aldeia.
ADXTUR-Miguel Geraldes Na aldeia existem três casas de turismo rural. Na foto, a Casa de Janeiro.
ADXTUR-Miguel Geraldes A aldeia foi uma das intervencionadas no âmbito do Projeto Røros-Património do Xisto.
ADXTUR- Bruno Ramos Janeiro de Cima está rodeado por uma retalhada manta de campos agrícolas.

ADXTUR-Foge Comigo
Em Janeiro de Cima, a arquitetura em xisto apresenta a particularidade de incluir seixos brancos, rolados, provenientes do leito do rio Zêzere.
As primeiras casas da aldeia cresceram em redor da Igreja Velha e é dali que saem um conjunto de ruas estreitas e orgânicas, de fisionomia própria, que se vão articular com becos e ruelas, pátios e quelhas, numa estrutura medieval de grande valor patrimonial.
Ainda merecem destaque:

ADXTUR-Miguel Geraldes
A representação cartográfica de Janeiro de Cima remonta a 1600, mostrando a sua existência no século XV.
Alguns elementos construtivos da Igreja Velha e algumas das imagens religiosas aí existentes parecem confirmá-lo. Três edifícios particulares da aldeia, atribuíveis aos séculos XVII e XVIII, atestam a importância da povoação nessa época.

ADXTUR-Miguel Geraldes
A proximidade do Zêzere é um dos maiores atrativos de Janeiro de Cima.
Foi o rio que sempre assegurou a existência da povoação fornecendo água para a rega dos campos e para os moinhos. Para além disso, no seu leito e margens descobriram-se algumas palhetas de ouro que foram motivando trabalhos de mineração.
O rio assume agora um importante papel como zona de lazer. É nas imediações da aldeia que se encontra o Geomonumento Meandros do Zêzere, integrado no Geopark Naturtejo.

ADXTUR-Miguel Geraldes
Janeiro de Cima situa-se no concelho do Fundão (40km), numa zona plana da margem esquerda do Zêzere, onde termina a vertente noroeste da Serra da Gardunha.
ADXTUR- Danilo PAvone
Em honra do Mártir que, de acordo com a lenda, salvou os habitantes de Janeiro de Cima, todos os anos aqui se celebra a Festa do Bodo, que reúne a comunidade e atrai muitos visitantes à aldeia.
Ao percorrer o Caminho do Xisto de Janeiro de Cima terá a oportunidade de vislumbrar as encantadoras paisagens serpenteadas pelo Rio Zêzere e as cristas rochosas classificadas em Rede de Património Mundial.
Das estreitas ruas de Janeiro de Cima, sobressaem três edifícios com características arquitetónicas e decorativas que nos remetem para o passado.
No centro da aldeia de Janeiro de Cima encontra-se a Igreja Velha, também conhecida por Igreja de Nossa Senhora de Assunção.
A roda de Janeiro de Cima continua a girar e é um dos muitos locais da aldeia que merece uma visita.
Construção recente e simbólica, em betão e aço inox, que presta homenagem à tradicional atividade de tecelagem.
De Norte
Na A1 sair em Coimbra (saída 12). Passe Coimbra, tome a N17 (Estrada da Beira) em direção à Guarda e saia na N236 no sentido da Lousã. Ao chegar à Lousã continue na direção de Góis, pela EN342. Após 15 km, ainda antes de Góis, na rotunda do Cimo do Alvém (Portela de Góis), cortar à direita para a N2 na direção de Pampilhosa da Serra durante 13 km. Continue então pela N112 passando a Pampilhosa da Serra ao fim de 22 km. Continue pela N112 em direção ao Fundão mas vire à esquerda para Janeiro de Baixo, após 10km, seguindo agora pela N344. Passados 2km corte à direita para Janeiro de Baixo, pela N546. Após 6km, em Janeiro de Baixo, vire à esquerda para Janeiro de Cima. Após 3,7 km chegará a Janeiro de Cima.
De Sul
Na A1 saia para Abrantes/castelo Branco (saída 7 – A23). Seguir pela A23 até à Saída 23 (Castelo Branco Norte). Seguir na N112 na direção de Pampilhosa da Serra durante 44 km. Ao chegar ao Orvalho, na rotunda, vire na segunda à direita em direção ao Fundão. Seguir pela N238 durante 5km, virando então à esquerda na direção de Urgueiro e Janeiro de Baixo. Siga cerca de 5,5 km e estará em Janeiro de Cima.
De Espanha
Na A23 sair em direção a Fundão-Sul. No Fundão seguir pela N238 durante 40km, até cortar à direita para Janeiro de Cima (EM518). Após 3,5km chegará a Janeiro de Cima.
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