ADXTUR-Foge Comigo Aldeia dos cinco parques
A aldeia em fundo e, em primeiro plano, três dos seus cinco parques: desportivo, fluvial, campismo (da esquerda para a direita)
Rodeada por um conjunto harmonioso de serras, penedos e vales, albufeiras, rios e ribeiras que apetece explorar.

ADXTUR-Miguel Geraldes
O Zêzere encontrou aqui, no seu curso, um duro obstáculo rochoso que teve de contornar. Um moinho escavado na rocha saúda a sua chegada. Ali à frente podemos desfrutá-lo no parque de campismo ou na praia fluvial com o seu extenso areal. O núcleo central da aldeia, sua igreja e capelas, sentem a envolvência do rio e tranquilizam-no com mais murmúrios de xisto que ele voltará a receber em Álvaro e em Pedrógão Pequeno. São as cumplicidades do Zêzere com as Aldeias do Xisto.
Dentro da aldeia há todo um conjunto de pontos de interesse que nos prendem, desde o património religioso e arquitectónico, passando pelas recentes infraestruturas para acolher os visitantes, até à curiosa memória do "Tronco", lugar onde antigamente se ferravam os animais. Ali próximo está ainda a Barragem de Sta. Luzia.
É a aldeia dos cinco parques: parque infantil, parque desportivo, parque de lazer, parque fluvial, parque de campismo.
A rede wireless “centro.natureza” está disponível de forma totalmente gratuita. Este ponto wireless, cofinanciado pelo Turismo do Centro de Portugal, foi criado no âmbito do programa Valorizar promovido pelo Turismo de Portugal e que visa o apoio ao investimento na promoção da qualificação do “destino turístico Portugal”.
ADXTUR-Foge Comigo A aldeia em fundo e, em primeiro plano, três dos seus cinco parques: desportivo, fluvial, campismo (da esquerda para a direita)
ADXTUR-Miguel Geraldes Na aldeia existem dois fornos tradicionais para cozimento do pão e confecção de refeições.
ADXTUR-Foge Comigo Os edifícios foram construídos entremeando seixos rolados do rio Zêzere com o xisto, o que confere à aldeia um charme único
ADXTUR-Foge Comigo Local onde antigamente se ferravam os animais, recentemente recuperado. Caso vá de cavalo até à aldeia, já sabe que pode lá ferrá-lo.
ADXTUR-Bruno Ramos A praia fluvial de Janeiro de baixo, com o seu extenso areal.
ADXTUR-Danilo Pavone A azenha e o moinho (em ruínas) são elementos ímpares pelo esforço empreendido na escavação da rocha.
ADXTUR-Foge Comigo Templo singelo, próximo do Largo da Igreja, com alpendre recente, em estrutura de madeira. Também nesta aldeia, a devoção a S. Sebastião leva à realização da Festa do Bodo aquando da festividade deste santo (20 de Janeiro).
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O Zêzere encontrou aqui, no seu curso, um duro obstáculo rochoso que teve de contornar. A aldeia estabeleceu-se sobre essa extensa saliência da margem direita do rio.
A malha urbana é complexa, agregada de modo aparentemente aleatório. A povoação viu crescer as casas num padrão irregular, ajustadas da forma mais conveniente aos declives do terreno. As paredes dos edifícios, em alvenaria argamassada, sofrem de idade avançada, e as remodelações introduzidas em muitos casos pela mão do povo deram nova vida a Janeiro de Baixo. O material de construção predominante é o xisto, com a particularidade de muros e fachadas incluírem seixos rolados de tons claros recolhidos no leito do rio. Muitas fachadas dos edifícios estão rebocadas e pintadas, a maioria recorrendo a cores tradicionais.
Merecem destaque:

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Os testemunhos arqueológicos existentes nas proximidades - nomeadamente, um túmulo antropomórfico - remetem o povoamento do local para a Alta Idade Média, relacionando-o com a atividade relativa à mineração do ouro. Em 1320 aparece referenciada no arrolamento paroquial (como que um diretório das igrejas e mosteiros então existentes).
Eclesiasticamente foi Comenda* da Ordem de Cristo, pelo menos até 1679. Na segunda metade do séc. XVIII chegou a ter juízes de vara e milícia com Capitão de Ordenanças. Pertenceu ao concelho de Fajão, que foi extinto em 1855.
*Comenda
Benefício antigamente concedido, com renda anexa, a eclesiásticos ou a cavaleiros de ordens militares.

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O concelho de Pampilhosa da Serra possui um património natural de valor incalculável, quer do ponto de vista geológico, quer do ponto de vista visual e paisagístico. A Garganta do Zêzere - integrado no Geopark Naturtejo – encontra-se nas imediações da aldeia (na saída para Cambas).
A proximidade deste rio e o ecossistema ribeirinho, propicia a presença de algumas espécies de aves de maior porte, como a garça-cinzenta e o corvo-marinho (no Outono e Inverno).
Aqui chegado, o Zêzere já se contorceu entre as sinuosas e duras margens destas serras de xisto. E também já recebeu as águas que se precipitam em conduta desde a Barragem de Stª Luzia até o Esteiro. Ainda muita pedra vai rolar até repousar algum tempo nas albufeiras do Cabril, da Bouçã e de Castelo de Bode. Depois, à sua espera, em Constância, estará o Tejo.

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A aldeia situa-se no concelho de Pampilhosa da Serra, uma zona repleta de contrastes, constituída ora por vales profundos e tranquilos, ora por picos agrestes e rochosos. A povoação fica como que empoleirada numa minúscula colina a que chamam serra do Muradal. É quase uma península existente entre as velozes águas do rio Zêzere, que encontrou aqui, no seu curso, um duro obstáculo rochoso que teve de contornar. A aldeia estabeleceu-se sobre essa extensa saliência da margem direita do rio.

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Construção recente e simbólica, em betão e aço inox, que presta homenagem à tradicional atividade de tecelagem.
A Casa das Tecedeiras é, simultaneamente, um ateliê, um ponto de venda e um centro interpretativo do linho e da tecelagem.
É um dos símbolos de Janeiro de Cima e revela a forte relação que a população da aldeia sempre estabeleceu com o rio.
Qualquer visita a Janeiro de Cima fica incompleta se o visitante não percorrer, em descoberta, o primitivo núcleo central e se embrenhar nas suas quelhas e quelhos.
São 50 metros de desnível vencidos por uma sucessão de três véus de água que podem ser observados ao perto e a partir do miradouro situado por cima da cascata, na Cabeça Murada.
Um percurso que conduz por algumas das paisagens mais bonitas da Beira Baixa.
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