ADXTUR-Foge Comigo Capela de Nossa Senhora das Dores
Datado do séc. XVIII, é um pequeno templo com galilé, a que se acede por um vão com arco abatido.

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Um modelo antigo e já pouco usual de cabine telefónica.
Uma aldeia risonha e encantadora, sobranceira ao rio Alvôco. Toda ela parece um demorado miradouro, com vista privilegiada para as serras envolventes. Respire o seu ar puro, tente conhecer a sua vasta história e certifique-se de ter passado em cada recanto. As vistas da aldeia miradouro conquistam qualquer visitante apreciador das deslumbrantes paisagens da Serra da Estrela. Aqui, cada casa, cada rua e cada largo é um miradouro.
Construída predominantemente em granito, a Aldeia das Dez detém um património construído impressionante, com destaque para a Igreja Matriz , cujo interior está decorado com sumptuosa talha dourada.
Na aldeia moraram muitos entalhadores e douradores, que beneficiaram a aldeia com as suas obras. A talha dourada da Igreja Matriz é disso exemplo, juntamente com esculturas e pinturas que embelezam o interior do edifício. Mas os encantos da aldeia vão para lá disso: também se encontram nas pessoas e na paisagem.
Quem não resiste a um bom doce também pode encontrar bolos tradicionais da aldeia, os coscoréis e cavacas confecionadas à moda da Aldeia das Dez. Aproveite e prove também um compota ou um licor de medronho, cujo fruto é abundante na zona.
ADXTUR-Foge Comigo Datado do séc. XVIII, é um pequeno templo com galilé, a que se acede por um vão com arco abatido.
ADXTUR-Foge Comigo "Farinha de milho moída na mó da azenha e duas vezes peneirada", é o segredo de Fátima Santos para as famosas cavacas de Aldeia das Dez.
ADXTUR-Foge Comigo Construído em 1888, actualmente não é utilizado mas permanece como local de respeito.
ADXTUR-Miguel Geraldes Construída em 1892, exibe painel de azulejos da "Cerâmica Aleluia", de Aveiro, com poema do Dr. Vasco de Campos.
ADXTUR-Foge Comigo Toda a aldeia é um miradouro para a paisagem envolvente.
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ADXTUR-Miguel Geraldes A cerca de 430m de altitude, na subida para a aldeia. Daqui podemos contemplar a confluência dos rios Alva e Alvôco na Ponte das Três Entradas.

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No que toca a património, o da Aldeia das Dez é impressionante e são as casas o que mais se destaca. A Casa do S (ou Casa da Voluta) é um exemplo. Edifício do século XVII de arquitectura popular, conta com dois pisos em estrutura de alvenaria irregular. Digna de visita é também a Escola Primária. É um edifício característico do “Plano dos Centenários”, do tempo do Estado Novo.
O património religioso também está bastante presente na Aldeia das Dez. Além da Igreja Matriz, que data do século XVIII, há também a Igreja de Santa Maria Madalena que foi construída em 1758. Dotada de frontaria neoclássica, no seu interior exibe-se um retábulo com a imagem de Santa Maria Madalena. Mais modesta, mas não menos bela é a Capela de Nossa Senhora das Dores, também erigida no século XVIII.
A Aldeia das Dez é também a aldeia das fontes. São quatro, desde a Fonte do Povo, construída em 1892 e adornada com azulejos com poemas do Dr. Vasco Campos até Fonte do Soito Meirinho, localizada à entrada da aldeia.
Se quiser fazer uma caminhada, pode utilizar a calçada romana que se localiza a 3 km de Aldeia das Dez, no Caminho das Tapadas e no Areal.
O Cruzeiro do Largo da Fonte, construído em 1661 e restaurado em 1960, também é algo que vale a pena visitar.
Ainda merecem destaque:

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Os vestígios de muralhas, o que resta de um castro pré-romano, testemunham a antiguidade da atividade humana do povoamento. Os romanos também por aqui passaram, sendo prova disso a calçada romana que se localiza fora da aldeia e que serve de ligação a Avô e também algumas moedas que se encontraram nas zonas próximas da povoação e no castro.
O estatuto da aldeia sofreu uma evolução quando, em 1543, o Bispo de Coimbra, D. Jorge de Almeida, a autonomizou de Avô. Contudo, o estatuto sofreu uma regressão e, em 1594, voltou a estar novamente anexa a Santa Maria de Avô, adquirindo de novo a autonomia em 1602/1603, que nunca mais perdeu. A 24 de Dezembro de 1812 a iluminação pública chega à aldeia. Os candeeiros funcionavam a carbureto. E quando, na década de 1860, a indústria dos fósforos se iniciou em Portugal, a Aldeia das Dez assumiu um papel de relevo: em 1890 existiam na aldeia duas ou três fábricas, que empregavam cerca de 50 operários. Uma das fábricas ainda existe e foi convertida em habitação privada, não visitável. Até 1899, ano em que foi concluída a estrada municipal que a liga à Ponte das Três Entradas, Aldeia das Dez era uma povoação que vivia quase isolada.

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O Rio Alvôco, que nasce na Serra da Estrela, é também o rio da Aldeia das Dez. Neste orografia fortemente sulcada numa ramificada rede de vales, aquele onde se encontra a aldeia é profundo e tem uma orientação aproximada este-oeste. Possui cerca de 30 km e o seu percurso termina na Ponte das Três Entradas, onde encontra o Alva.

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Situada na encosta norte do Colcurinho, na Serra do Açor, à altitude de cerca de 500 metros, sobranceira ao rio Alvôco.
Parte integrante, administrativamente, do distrito de Coimbra, insere-se no concelho de Oliveira do Hospital, que confina a norte com o concelho de Nelas, a nascente com o concelho de Seia, a sul com o de Arganil e a poente com Tábua.

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Maria de Lurdes Madeira, à porta da sua mercearia, exibindo coscoréis, um ex-libris da confeitaria da aldeia.
Confraria do Medronho
Nas encostas da Serra do Açor mais expostas a sul, abunda o medronheiro. A Confraria do Medronho, por aqui sedeada, empenha-se na promoção da espécie e dos produtos dele derivados. Para além do fruto fresco, o medronho pode dar origem a compotas, bolos, aguardente, licor e vinagre.
O Caminho do Xisto de Avô estende-se por oito quilómetros, sempre à volta do rio Alva, numa paisagem de grande e nostálgica beleza. Vale a pena explorar o rico património histórico e natural que este percurso tem reservado para si.
A ponte Romana de quatro arcos que atravessa a praia caracteriza de forma única este local.
Ao todo cerca de 25 edifícios espalhados pela aldeia possuem elementos quinhentistas, mas há duas ruas que se destacam...
Uma rua onde parte significativa das portas e janelas apresentam nas suas molduras elementos manuelinos, transporta-nos ao até à arquitectura do séc. XVI.
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