História

Uma história que hoje se veste de futuro

Existem vestígios de uma ocupação do território das Aldeias do Xisto desde os tempos pré-históricos, seja nas gravuras rupestres encontradas à beira Zêzere, na Barroca, ou nos vestígios e achados arqueológicos do período neolítico ou bronze I encontrados em Góis, só para dar dois exemplos.

Romanos, bárbaros e árabes também por aqui deixaram os seus vestígios, em algumas pontes, calçadas e nomes de locais.

A fixação das populações nas aldeias deu-se também por força das atividades pastoris e agrícolas.

Mas é na época medieval que se dá o povoamento ou a expansão generalizada das Aldeias do Xisto, algumas por se encontrarem em pontos estratégicos de rotas comerciais, como Sobral de São Miguel, Fajão e Aigra Velha (considerada uma autêntica estação de serviço dos tempos antigos); por necessidade de fixação para atividades pastoris e agrícolas; outras por aquartelamentos de ordens religiosas, como Álvaro; e uma única por decreto régio, como é o caso de Sarzedas, a única destas aldeias com título nobiliárquico.

Há também evidências da época Filipina, numa ponte de Pedrógão Pequeno, e recordações do saque napoleónico.

Como é sabido, as aldeias atravessaram um período de desertificação e abandono em meados do Séc. XX, quando as suas populações partiram em busca de melhores oportunidades.

Mas assiste-se hoje a um repovoamento e renovação destas comunidades que as faz vestirem-se de futuro.

 

Dos nossos parceiros

Sugestões em História

Artigo
Ler Artigo Adicionar ao Roteiro

Estradas Panorâmicas

Alguns troços das estradas que efectuam a ligação entre as várias Aldeias do Xisto possuem características panorâmicas notáveis, que podem ser apreciadas por quem as percorre de forma descontraída.

Páginas